Porque se tornar um Cooperado?

A cooperação é um meio, não um fim. É o melhor caminho para ter sucesso, mas não é o mais fácil.

Cada vez mais se torna necessário cooperar para competir em mercados acirrados, dominados pelas grandes empresas. Neste contexto, os pequenos negócios têm que unir forças em torno de objetivos comuns.

Unindo forças, associando recursos e integrando competências, os pequenos negócios terão maior poder de barganha para comprar e vender, melhores condições de acesso a serviços e maior representatividade.

Cooperar para competir é articular forças para superar dificuldades e solucionar problemas e necessidades comuns.

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Empreender coletivamente apresenta muitas vantagens e oportunidades, entre elas destacam-se:
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Você é o dono do negócio;
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Não ter de pagar sozinho as despesas de uma empresa;
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Contar com expertise de diversos profissionais em áreas correlatas a sua e assim ser mais competitivo;
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Aumento do poder de barganha/negociação: compras e vendas coletivas;
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Compartilhar riscos e dividir custos: produção e comercialização; pesquisas tecnológicas e de mercado; publicidade; certificação; despesas e treinamento de pessoal; participação em feiras e eventos;
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Maior representatividade: aumento do poder de interlocução junto às instituições públicas e privadas;
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Agregação de valores por meio de processos coletivos de certificação: Comércio Justo (fair trade); Orgânicos e Indicação Geográfica - IG;
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Fortalecimento do capital social e da governança: articulação e integração de ações de desenvolvimento de comunidades e de territórios;
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Maior acesso a serviços: crédito/serviços financeiros; capacitação; infraestrutura produtiva;
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Menor risco de quebra do negócio.

Desafios e dificuldades

  • A cooperação exige participação e compromisso de todos.
  • Muitos empresários querem os benefícios que o empreendimento coletivo pode gerar, mas não o trabalho cooperativo que ele exige.
  • Dificuldade ou ausência de liderança.
  • A cooperação aumenta a eficácia operacional, mas é mais complexa de ser praticada.
  • Geralmente, a gestão de um empreendimento coletivo e o processo de tomada de decisão são mais complexos.
  • Cultura da individualidade e da rivalidade.
  • Desconfiança – A cooperação exige melhor comunicação e maior transparência.
  • A Cooperação exige maior capacidade de administrar conflitos, decorrentes da convivência em grupo.
  • Baixa dedicação ao empreendimento coletivo em função de outras atividades empresariais dos associados.